quarta-feira, 10 de março de 2010

Riscos de derrames passam de pai para filho

Derrame dos pais pode ser fator de risco importante a se considerar para os filhos, é o que diz o estudo realizado pela Universidade de Boston, Estados Unidos. 

Para a pesquisadora Sudha Seshadri o fato dos pais já terem sofrido um derrame é tão importante quanto a pressão alta em termos de fatores de risco. "Acreditamos que o histórico de derrame dos pais deveria ser incluído aos outros fatores de risco na avaliação do risco de derrame de uma pessoa”.

O resultado do estudo indicou ainda que o tipo de derrame sofrido pelos filhos pode ter relação com o tipo de problema ocorrido com os pais, um padrão que ocorreu em todos os tipos avaliados pelos pesquisadores.

Os cientistas recomendam para a classe médica mais atenção com relação ao histórico familiar dos pacientes, para assim efetuarem eficientes recomendações de abordagens preventivas.

Fonte: UOL Boa Saúde

terça-feira, 9 de março de 2010

Gotas de leite para diminuir alergia ao próprio leite

Um estudo de terapia imonulógica sublingual, realizado nos Estados Unidos, comprovou que colocar pequenas quantidades de proteínas do leite sob a língua das crianças que possuem alergia ao mesmo pode contribuir na superação da alergia. A abordagem, conhecida como SubLingual Immune Therapy (SLIT), consiste em dar às crianças doses pequenas, mas crescentes, dos alimentos a que elas são alérgicas.

Outros testes realizados em pesquisas anteriores com crianças concluiram que uma abordagem parecida, conhecida como imunoterapia oral (OIT), pode tratar crianças com alergias ao leite. Esta, ao contrário da técnica SLIT, consiste na ingestão direta da proteína do leite, em vez de colocá-la debaixo da língua. 

Nos testes, todas as 30 crianças, com idades entre 6 e 17 anos, foram tratadas com gotas de leite debaixo da língua (SLIT) durante várias semanas, até que se alcançasse um nível razoável de tolerância. Depois que a tolerância mínima foi alcançada, as crianças foram divididas em dois grupos. Dez crianças continuaram seu tratamento com o SLIT, enquanto as outras 20 passaram a consumir leite em pó por via oral (OIT).

O resultado final apresentou que 100% das crianças testadas com a técnica OIT beberam sete vezes mais leite do que o início da pesquisa e 90% de eficácia para a técnica SLIT. 

Os estudiosos advertem que as duas formas de terapias podem causar reações alérgicas violentas em alguns casos, e que estas pesquisas foram feitas sob supervisão de uma equipe médica capacitada.

Fonte: Diário da Saúde

segunda-feira, 8 de março de 2010

A Medcorp é feita de mulheres... completas!

Hoje, Dia Internacional da Mulher, a Medcorp homenageia suas colaboradoras. Uma forma de valorizar e reconhecer a importância das mulheres.

Assim que chegaram ao trabalho, elas foram surpreendidas com um “Kit Mulher Completa”. Mas o que é ser mulher completa? É ser quase tudo, de tudo um pouquinho, e ainda ser mulher.

E, por isso, o kit, com formato de mini-marmita, traz algumas representações das diversas funções de uma mulher. Para mostrar o carinho com a família, um mini livro de receitas (compilação de receitas enviadas por elas); para representar o seu comprometimento no trabalho, um bloco de anotações (post-it); e, por fim, para lembrar da preocupação com a beleza, um esmalte.


Medcorp estende a homenagem e deseja à você, mulher completa, um excelente dia!

sexta-feira, 5 de março de 2010

Vacina H1N1: aviso por e-mail

Na próxima segunda-feira (8), estará disponível o sistema para cadastro criado pelo Ministério da Saúde para os cidadãos que desejarem ser avisados, por e-mail, sobre a data específica para vacinação do seu grupo prioritário contra a gripe H1N1.

O cadastramento não trará nenhum custo para a população e poderá ser feito no portal do Ministério da Saúde - www.saude.gov.br. O calendário é o mesmo para todo o país e os locais serão definidos pelas secretarias de saúde de cada estado.

Espera-se que 1,5 milhão de pessoas sejam vacinadas por dia. O objetivo é que a imunização seja feita antes do início do inverno, quando ocorre o maior número de casos de gripe no país.

No dia da vacinação deve-se ter em mãos a carteira de identidade e a carteirinha de vacinas.

Fonte: G1 Ciência e Saúde

quinta-feira, 4 de março de 2010

O quanto fala um toque?

Gemidos e olhares integram uma comunicação não verbal existente nos seres humanos, e que é pesquisada há anos por psicólogos. Contudo, as pesquisas estão mudando a abordagem e ganha foco uma forma diferente de comunicação sem palavras: o toque ou contato físico.

De acordo com os especialistas, toques breves - uma mão apoiada no ombro ou um toque apavorante no braço - podem transmitir uma ampla gama de emoções, acima dos gestos e expressões faciais, geralmente com mais rapidez e exatidão do que meras palavras.

Uma pesquisa de Tiffany Field, do Instituto de Pesquisa do Toque, em Miami, descobriu que uma massagem de alguém amado pode não só suavizar a dor, mas também acalmar uma depressão e fortalecer um relacionamento.

Alguns experimentos também foram conduzidos pelo pesquisador Matthew Hertenstein e pelos psicólogos da Universidade DePauw, em Indiana, com o auxílio de voluntários vendados que buscavam demonstrar emoções tocando um estranho. O resultado provou que os participantes conseguiram comunicar oito emoções distintas de gratidão e aversão ao amor.

Os estudos terão agora uma direção para verificar o quanto melhora um desempenho pessoal, seja em uma disputa esportiva ou em um escritório. Mas já acredita-se que a redução do estress, gerada pelo toque, aprimora o desempenho. 

Um toque de afeição pode desencadear na liberação de oxitocina, um hormônio que ajuda a criar uma sensação de confiança e a reduzir os níveis do hormônio do estress. As áreas pré-frontais do cérebro, que auxiliam a regular as emoções, podem relaxar, libertando-as para outra de suas finalidades primárias: solucionar problemas. O corpo interpreta um toque de apoio como "Eu vou compartilhar a carga".

O psicólogo James A. Coan, explica que "Achamos que os humanos constroem relacionamentos precisamente por esta razão, para distribuir a solução de problemas entre cérebros, nós nos conectamos para literalmente compartilhar a carga de processamento, e este é o sinal que recebemos quando sentimos apoio através do toque".

Fonte: UOL Folha Online

quarta-feira, 3 de março de 2010

Cérebro humano não reage bem a desigualdade social

A pesquisa realizada pelos cientistas do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech) e pelo Trinity College teve um resultado curioso: os centros de recompensa do cérebro de uma pessoa respondem mais fortemente quando ela vê alguém que é pobre receber uma recompensa financeira do que quando ela vê uma pessoa rica ficar ainda mais rica (até mesmo se o cérebro observador for o de uma pessoa rica). Isto siginifica que o rico fica mais feliz quando compreende que um pobre está sendo beneficiado do que ficaria ao ver um rico ficar ainda mais rico. 

Os resultados foram além: a pessoa rica fica mais feliz ao ver um pobre recebendo dinheiro do que quando ela própria recebe dinheiro.

Para chegar a essas conclusões, os pesquisadores realizaram uma série de experimentos e observaram que o córtex pré-frontal ventromedial (CVM) e o estriado ventral reagiam em 40 voluntários que assistiam deitados, dentro de uma máquina de ressonância magnética, a uma série de eventos de ganhos e de transferências de dinheiro. 

Há algum tempo já sabe-se que os seres humanos não gostam de desigualdade, mas não havia precisão em quão biologicamente programado ele é para este tipo de igualitarismo. "Nós agora sabemos que essas áreas do cérebro não se atêm apenas ao auto-interesse", comenta O'Doherty, participante do grupo de pesquisa. "Elas não respondem exclusivamente às recompensas que se obtém como indivíduo, mas também respondem à perspectiva de outros indivíduos obtendo um ganho."

Fonte: Diário da Saúde

terça-feira, 2 de março de 2010

Hemofilia: inscrições abertas para concurso de redação

Ministério da Saúde juntamente com a Federação de Hemofilia e a Universidade Federal de Minas Gerais promovem um concurso de redação em comemoração ao Dia Mundial da Hemofilia, 17 de abril.

Pessoas hemofílicas, residentes no país e com no mínimo 6 anos de idade, podem participar do concurso. O tema da redação é "A paz do mundo começa em mim". Os textos devem ter entre 10 a 15 linhas e podem ser enviados pelo correio. O prazo para envio é até o dia 12 de março.

As doze melhores redações ilustrarão a agenda do concurso em 2011. Os premiados, caso não morem em Brasília, ganharão duas passagens de ida e volta para a capital, onde acontecerá a solenidade de premiação, no dia 15 de abril.

Clique aqui e confira o regulamento do concurso.

Fonte: Ministério da Saúde