quinta-feira, 10 de junho de 2010

Dia dos Namorados - Parte IV

Uma visão científica do amor: a evolução.

Para finalizar a série de postagens sobre as teorias científicas sobre paixão e o amor no corpo humano, o Blog Medcorp apresenta a hipótese da evolução do amor.

O amor por cima das teorias

Apesar de todas as pesquisas e descobertas, existe no ar uma sensação de que a evolução, por algum motivo, modificou nossos genes permitindo que o amor não-associado à procriação surgisse – calcula-se que isto se deu há aproximadamente 10.000 anos. Os homens passaram realmente a amar as mulheres, e algumas destas passaram a olhar os homens como algo mais além de máquinas de proteção.

A despeito de todos os tubos de ensaio de sofisticados laboratórios e reações químicas e moléculas citoplasmáticas, afinal, deve haver algo mais entre o céu e a terra...

Fonte: Blog Boa Saúde - UOL

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Dia dos Namorados - Parte III

Uma visão científica do amor: a fórmula.

Para dar continuidade as postagens em comemoração ao Dia dos Namorados, hoje vamos apresentar as substâncias responsáveis pelos efeitos da paixão. 

Reações químicas

Para os médicos Donald F. Klein e Michael Lebowitz, do Instituto Psiquiátrico Estadual de Nova Iorque, o cérebro de uma pessoa apaixonada contém grandes quantidades de feniletilamina e esta substância pode responder, em grande parte, pelas sensações e modificações fisiológicas que experimentamos quando estamos apaixonados.

Já a Dra. Helen Fisher, antropologista da Universidade Rutgers, demonstrou que a inconstância, a exaltação, a euforia, e a falta de sono e de apetite associam-se a altos níveis de dopamina e norepinefrina, estimulantes naturais do cérebro. 

Mas há alguns pesquisadores que afirmam que exalamos continuamente, pelos bilhões de poros na pele e até mesmo pelo hálito, produtos químicos voláteis chamados feromônios. Eles podem sinalizar interesses sexuais, situações de perigo e outros. Os defensores da teoria do feromônios dizem que o "amor à primeira vista" é a maior prova da existência destas substâncias controvertidas. E, à medida em que vamos nos tornando dependentes, a cada ausência mais prolongada nos dizemos "apaixonados"; a ansiedade da paixão, então, seria o sintoma mais pertinente da Síndrome de Abstinência de Feromônios. 

Com ou sem feromônios, é fato que a sensação de "amor à primeira vista" relaciona-se significativamente a grandes quantidades de feniletilamina, dopamina e norepinefrina no organismo.

Fonte: Blog Boa Saúde - UOL

terça-feira, 8 de junho de 2010

Dia dos Namorados - Parte II

Uma visão científica do amor: enquanto dure. 

Em comemoração ao Dia dos Namorados, o Blog Medcorp está apresentando, diariamente, teorias científicas sobre o amor; sobre o que acontece no corpo humano quando estamos apaixonados.

Você certamente já ouviu alguém dizer que a paixão não é eterna; mas o amor, sim. Então, conheça a explicação científica desta afirmação.

Que seja eterno enquanto dure

Segundo a professora Cindy Hazan, da Universidade Cornell de Nova Iorque, "seres humanos são biologicamente programados para se sentirem apaixonados durante 18 a 30 meses". Resultado obtido após pesquisa com 5 mil pessoas, de 37 culturas diferentes.

A pesquisadora identificou algumas substâncias responsáveis pelo amor: dopamina, feniletilamina e ocitocina. Todas relativamente comuns nos seres humanos, mas são encontradas juntas apenas durante as fases iniciais do flerte. Ainda assim, com o tempo, o organismo torna-se resistente aos seus efeitos, e toda a "loucura" da paixão desvanece gradualmente. E, por isso, a fase de atração não dura para sempre.

O casal, então, se vê frente a uma dicotomia: ou se separa ou habitua-se a manifestações mais brandas de amor - companheirismo, afeto e tolerância -, e permanece junto. "Isto é especialmente verdadeiro quando filhos estão envolvidos na relação", diz a Dra. Hazan.

Fonte: Blog Boa Saúde - UOL

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Dia dos Namorados - Parte I

Uma visão científica do amor: a definição.

Quem nunca sentiu um frio na barriga, suor nas mãos, coração batendo mais forte ao se apaixonar por alguém? Os cientistas querem convencer que toda esta áurea sedutora de mistério que envolve os assuntos do coração não passa de meia dúzia de manifestações anatômicas e equações bioquímicas.

Para comemorar o Dia dos Namorados, o Blog Medcorp apresentará, durante toda a semana, teorias científicas sobre o amor; sobre o que acontece no corpo humano quando estamos apaixonados.

Cérebro apaixonado

O amor é uma experiência avassaladora. Mergulhamos euforicamente nesta deliciosa tortura e não comemos ou dormimos direito. Frequentemente, é difícil manter a concentração. A Dra. Donatella Marazziti, psiquiatra da Universidade de Pisa, acredita que pessoas "doentes de amor" estejam realmente doentes: sofrem de um distúrbio obsessivo-compulsivo. Para ela, "ambos estados associam-se a baixos níveis cerebrais de serotonina, uma substância química fabricada pelo corpo que nos ajuda a lidar com situações estressantes".

Além disso, em seu trabalho, Marazziti descobriu ainda que as bebidas alcoólicas também diminuem os níveis de serotonina no cérebro, criando a ilusão de que a pessoa do outro lado do bar é o amor da sua vida.

Fonte: Blog Boa Saúde - UOL

A Medcorp e o meio ambiente

O dia 5 de junho foi instituído como o Dia Mundial do Meio Ambiente, um dia marcado pela preocupação global com os recursos naturais. Neste dia, em todo o mundo, chama-se a atenção de políticos e da sociedade para problemas e necessidades urgentes.

Nós da Medcorp entendemos que grandes mudanças começam com medidas simples e partem de atitudes individuais. Por isso, nesta segunda-feira (7), com o lema “Não espere os 'grandes' chefes de Estado decidirem o que fazer para salvar o planeta”, os colaboradores foram estimulados à conhecer e utilizar um site de buscas ecologicamente correto. A ferramenta ajuda na preservação do meio ambiente com duas diferenças básicas: utilização predominante da cor preta, para economizar energia; e, plantio de árvores de acordo com o número de buscas realizadas. 

Além da apresentação desta forma ecológica de buscar informação na internet, no nosso canal de comunicação interna – intranet – foram disponibilizados um vídeo e uma mensagem de reflexão, com o objetivo principal de conscientizar todos os colaboradores pela causa; e assim, conseguir mais adeptos a nova ferramenta proposta.

A preservação do meio ambiente não deve ser apenas um dia por ano, mas a todo tempo devemos preocupar-nos com as condições mínimas de vida na Terra e agir, de forma a construir um mundo sustentável também para as próximas gerações.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Quando o colesterol bom fica mal

Um novo estudo americano apresenta resultados inesperados. Aquele colesterol “bom” que todos nós já ouvimos muito sobre sua importância, o HDL, em nível elevado não é tão bom quanto parece. Um grupo de pacientes, entre os que participaram da pesquisa, apresentou alto risco de eventos coronarianos recorrentes, como dor no peito, ataque cardíaco e morte.

O aumento do nível de HDL pode ser algo muito ruim para as pessoas com altos níveis de proteína C-reativa (PCR) – proteína que indica inflamações, como do próprio nível elevado de colesterol “bom”. 

O estudo teve a participação de 767 pacientes e 20% deles foram classificados em um grupo com riscos reais para a ocorrência de problemas. As razões apresentadas foram os altos níveis de HDL e PCR. 

Para os autores do estudo, fatores genéticos e ambientais, principalmente a inflamação, possuem influência se o colesterol HDL terá efeito protetor ou se seus altos níveis aumentarão o risco cardiovascular.

Fonte: Diário da Saúde

terça-feira, 1 de junho de 2010

Primeiros socorros – Parte III

Encerra-se hoje, com a terceira postagem, a série sobre procedimentos básicos de primeiros socorros para atendimento às vítimas de parada cardiorrespiratória. 

A segunda postagem falou sobre como dar início ao socorro enquanto espera-se a chegada do médico. Ensinando que, quando não houver sinais respiratórios, é preciso desobstruir as vias aéreas e fazer a respiração boca a boca.

Agora, acompanhe os próximos passos após iniciar a respiração forçada: 

1. Inicie a massagem cardíaca: Caso a vítima não apresente sinais de vida, posicione-se ao lado do tórax dela;
2. Intercale os dedos: Coloque as palmas das mãos para baixo e mantenha seus braços esticados e firmes, não flexione os cotovelos. Apoie sobre o peito da vítima, entre os mamilos;
3. Comprima o tórax quinze vezes: Use toda a força fornecida pelo peso do seu corpo; 
4. Repita a sequência: Realize cinco sequências de quinze compressões torácicas;
5. Continue com as ventilações: No intervalo de cada sequência faça uma ventilação (assopro); 
6. Verifique o pulso e a respiração: Após as compressões e as ventilações, olhe  (e não demore mais que 15 segundos) se a pessoa já demonstra sinais de vida;
7. Não interrompa as compressões e as ventilações: A menos que você vá transportar a vítima a um hospital muito próximo. Senão, é melhor continuar as ventilações e compressões torácicas.

Desta forma, as chances de sobrevida da vítima serão bem maiores.

Fonte: www.ameseucoracao.com.br

Aqueles que acompanharam a série “Primeiros Socorros”, já conhecem os procedimentos necessários para prestar socorro, caso alguém próximo precise.

Recomendamos que, sempre que possível, leia sobre o assunto e relembre essas técnicas. Você poderá ajudar a salvar uma vida!