sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Coquetel de aminoácidos pode ajudar a viver mais

Um estudo realizado por cientistas na Itália revelou que camundongos que beberam um coquetel com três tipos de aminoácido tiveram um aumento de 12% de suas expectativas de vida em comparação com cobaias que não passaram pelo tratamento.

Além de viver mais, os camundongos que tomaram os aminoácidos também mostraram uma melhora na forma física e na coordenação, revertendo problemas associados à idade avançada.

Nos experimentos, descritos em um artigo na publicação científica Cell Metabolism, as cobaias saudáveis, de meia idade, receberam água contendo os aminoácidos leucina, isoleucina e valina.

Estudos anteriores haviam comprovado que estes três aminoácidos aumentam a expectativa de vida das leveduras.

Mais testes

Os aminoácidos são moléculas que formam as proteínas. Eles são comercializados na forma de suplementos para fisiculturistas, pois ajudam a cultivar a massa muscular.

A equipe de pesquisadores, liderada por Enzo Nisoli, da Universidade de Milão, disse que o estudo oferece uma análise do papel dos aminoácidos na prevenção e no controle de doenças relacionadas à idade em humanos.

No entanto, lembram que ainda é preciso fazer mais testes para conhecer ao certo o grau de eficiência do tratamento em humanos.

Fonte: G1 Ciência e Saúde

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Dia de mimo na Medcorp NE

Hoje, 7, foi dia de mimo no escritório de Recife/PE. A Medcorp NE comemorou o aniversário da Mariana Beltrão, estagiária da área administrativa.

Como de costume, a aniversariante recebeu seus cinco minutos de glória acompanhados de um mimo, que, desta vez, superou em variedade e sabores. Mariana pôde saborear uma fatia de torta de morango, Coca-Cola Zero, um mousse de chocolate com morango e, ainda, um bombom Alpino (quanta coisa, hein?!).

Toda a equipe Medcorp, Centro-oeste e Nordeste, deseja à ela muita saúde, paz e felicidades.

Parabéns!

Pai da fertilização in vitro é o vencedor do Nobel de Medicina

O Prêmio Nobel de Medicina em 2010 foi atribuído ao pioneiro da fecundação in vitro, o britânico Robert Edwards, mais de 30 anos depois do nascimento do primeiro bebê de proveta, anunciou nesta segunda-feira o Comitê Nobel do Instituto Karolinska em Estocolmo.

Louise Joy Brown nasceu em 25 de julho de 1978. A menina foi o resultado concreto das pesquisas do professor Edwards, que ao lado do colega ginecologista Patrick Steptoe - falecido em 1988 - conseguiu fecundar uma célula em laboratório. Desde Louise Brown, quase quatro milhões de crianças já nasceram graças à fertilização in vitro.

O professor Edwards, 85 anos, foi premiado pelo "desenvolvimento do tratamento da fecundação in vitro. Suas descobertas tornaram possível o tratamento da esterilidade que afeta uma grande parcela da humanidade e mais de 10% dos casais no mundo", explica o comunicado do Comitê Nobel.

Devido à saúde frágil, o cientista não teve condições de comentar o prêmio. Há alguns anos ele contou que chegou a ser chamado de "louco": "Ninguém queria assumir riscos éticos. Me disseram que as crianças não seriam normais", afirmou.

"Na minha opinião, é um Nobel amplamente merecido. Estou surpreso que tenha saído tão tarde", declarou o professor Martin Johnson, da Universidade de Cambridge, que trabalhou com Edwards nos anos 60 e elogiou o antigo mentor como "extraordinário, sempre otimista". "Ele perseverou apesar de vários anos de críticas. Soube levar a obstetrícia e a ginecologia à idade moderna", completou.

Os prêmios - um diploma, uma medalha e um cheque de 10 milhões de coroas suecas (mais de um milhão de dólares) - serão entregues em Estocolmo e Oslo no dia 10 de dezembro, data da morte de seu fundador, o inventor sueco Alfred Nobel.

Fonte: UOL Ciência e Saúde

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Hospitais viram opção de lazer e restaurante em SP

Em São Paulo, procurar um hospital nem sempre é sinônimo de problemas com a saúde. Entrar nesses assépticos ambientes pode significar, também, uma busca por cultura, lazer e - deixando para trás a má fama atribuída à grife "comida de hospital" - até gastronomia. Para tentar fortalecer suas marcas, hospitais estão abrindo suas portas ao público externo, com promoção de eventos e oferta de serviços de qualidade a quem mora ou trabalha nos arredores.

No Hospital do Coração (HCor), zona sul da capital paulista, por exemplo, os pratos que saem da cozinha não se resumem, de forma alguma, a gelatina e sopa de arroz sem sal. No cardápio diário, há cinco saladas variadas, todo tipo de carne e até feijoada, em refeições disponíveis não somente a pacientes, acompanhantes e médicos, mas a todos que quiserem.

Na unidade Anália Franco do Hospital São Luiz, na zona leste, das 3 mil refeições servidas no restaurante por mês, cerca de 300 vão para o público externo. No ano passado, o hospital contratou a grife Noah Gastronomia, do grupo Chieko Aoki, para tocar o restaurante da unidade - uma tentativa de fisgar pelo estômago um possível futuro paciente.

Outra forma encontrada por hospitais para se abrir para o público é criar áreas para eventos. O mais novo espaço foi inaugurado ontem no Hospital Israelita Albert Einstein, na zona sul. Trata-se de um auditório com capacidade para 500 pessoas, que, a princípio, vai receber eventos ligados à área da saúde, mas, aos poucos deve variar a programação.

Outra instituição que frequentemente oferece programação cultural é o Hospital Santa Catarina, na Avenida Paulista. Toda quarta-feira, há apresentações de coral, com entrada gratuita, assistidas por até 70 pessoas. Para especialistas, além de fortalecer a marca dos centros médicos privados, abrir os hospitais à sociedade é uma forma de diminuir a associação desses locais com a ideia de sofrimento.

Fonte: UOL Ciência e Saúde

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Déficit de atenção pode ser causado por falha genética

Crianças que sofrem de transtorno de déficit de atenção (TDAH) podem apresentar uma variação genética rara que seria a responsável pela doença. Uma pesquisa recente da Cardiff University, na Inglaterra, analisou 366 pequenos pacientes e constatou essa deficiência em 15% delas.

“Elas têm uma taxa maior de pedaços de DNA duplicados ou faltando”, explica a pesquisadora Anita Thapar, que coordenou a equipe. Para ela, os resultados do estudo podem acabar com o estigma que a doença enfrenta há décadas. “Há muita confusão sobre esse transtorno. Algumas pessoas acreditam que não é nem mesmo uma condição real, mas apenas o resultado de uma má educação oferecida pelos pais”, salienta.

Esta pesquisa publicada no jornal britânico The Lancet, porém, apresenta um ponto que levantou polêmica entre os cientistas: ela desconsidera a influência do ambiente sobre a criança - como o excesso de cortisol no organismo da gestante nos últimos meses de gravidez -, comparando a doença a um problema cerebral qualquer, como o autismo, que tem causas puramente genéticas comprovadas.

Críticos como Tim Kendall, diretor da National Collaboratng Centre for Mental Health, destacam que apagar os demais fatores da lista de possíveis causas pode prejudicar o tratamento. “É importante que isso não nos leve a pensar que o transtorno é um problema meramente biológico. Porque, assim, teremos apenas os tratamentos biológicos, como o uso da medicação Ritalina”, disse em entrevista à rede britânica BBC.

Fonte: Veja - Saúde

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Inteligência coletiva supera as individuais somadas

Quando o assunto é a inteligência, o todo pode de fato ser maior do que a soma das partes. É o que documentou o estudo realizado por cientistas do MIT e da Universidade Carnegie Mellon, nos Estados Unidos, e publicado na revista Science.

O trabalho mostra que a inteligência registrada na equipe vai além das habilidades cognitivas dos membros individuais do grupo. "Nós testamos a hipótese de que os grupos, como os indivíduos, têm uma habilidade consistente para executar diferentes tipos de tarefas", diz Anita Williams Woolley, coordenadora do estudo.

O estudo mostrou também que a tendência para a cooperação tem uma estreita relação com o número de mulheres presentes na equipe. O efeito pode ser explicado pela maior sensibilidade social que as mulheres apresentam, em média, superior à dos homens. Assim, embora a inteligência individual não sirva para predizer a inteligência coletiva, a sensibilidade social individual serve a esse objetivo, mostrando que ela é um dos elementos determinantes da inteligência coletiva.

Os cientistas acreditam que os resultados terão grande impacto prático para as organizações. "Imagine se você puder aplicar um teste de uma hora de duração a uma equipe de gerentes ou de desenvolvimento de produtos que possa prever como esse grupo irá responder aos problemas que poderão surgir", avalia Thomas Malone, coautor do trabalho.

Fonte: Diário da Saúde

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Mimo mais que especial

A Medcorp está em clima de festa! Iniciamos o mês de outubro com o aniversário da Maria de Lourdes, nossa diretora geral.

Para comemorar, todos os colaboradores da Medcorp CO se reuniram na sala dela para oferecer os tradicionais cinco minutos de glória, cantar os parabéns e entregar o mimo mais que especial. Desta vez, Maria de Lourdes ganhou uma de suas sobremesas preferidas: Delícia de Abacaxi.

Além da sessão de fotos e abraços com os colaboradores, a aniversariante foi presenteada com uma quantia em dinheiro, arrecadada entre eles, para doação à uma instituição carente.

Em seu discurso, a aniversariante primeiramente agradeceu a Deus pela vida, uma dádiva. Depois ressaltou a oportunidade de comemorar o aniversário ao lado de toda equipe: "Conviver diariamente com vocês é o que me faz feliz, é um fator motivador para mim.", disse.

À Maria de Lourdes, nossos votos de muita saúde e paz. Feliz aniversário!