terça-feira, 9 de agosto de 2011

Pesquisa aponta tratamento capaz de reverter perda muscular comum do envelhecimento

Pesquisadores do centro médico da Universidade de Columbia, nos EUA, afirmam ter identificado o mecanismo biológico por trás da perda muscular que ocorre com o envelhecimento. De acordo com o estudo, uma droga voltada para tratamento de insuficiência cardíaca é capaz de reverter o processo.

Conforme envelhecemos, nosso corpo perde cerca de um terço da massa muscular. A esta perda degenerativa de massa e força nos músculos dá-se o nome de sarcopenia. Não se trata de uma doença, mas uma consequência natural do processo de envelhecimento e uma das principais causas de incapacidade entre os idosos.

Em estudos anteriores sobre o assunto, o pesquisador Andrew Marks associou a fraqueza do envelhecimento com um vazamento dos canais de cálcio nas células dos músculos, chamado canal de liberação de cálcio do receptor de rianodina. “Esses vazamentos levam a uma cadeia de eventos que limitam a capacidade das fibras musculares de se contraírem”, explica Marks.

Em um estudo de 2009, o autor mostrou que os mesmos vazamentos estão por trás da fraqueza e da fadiga que acompanham a insuficiência cardíaca e a distrofia muscular de Duchenne, uma doença genética e progressiva. Marks é autor de uma droga similar a outra que já está em fase 2 de testes clínicos. Ela age pela estabilização de calstabina1, uma proteína que se liga aos receptores rianodina e impede o vazamento de cálcio.

Para este estudo, Marks e sua equipe testaram a droga desenvolvida por ele, batizada de S107, em um grupo de 24 modelos animais com 2 anos de idade (o equivalente a 70 anos em seres humanos). O grupo foi dividido em dois: metade recebeu o tratamento com a droga e a outra metade – o grupo controle –, não.

Ao final de quatro semanas, os pesquisadores realizaram testes e constataram que os músculos dos ratos que se submeteram ao tratamento estavam 50% mais fortes. “Os ratos mostraram melhorias significativas tanto com relação à força muscular como na capacidade de praticar exercício. Eles corriam mais, durante mais tempo e com mais velocidade, em comparação aos do grupo controle”. A droga não teve efeito sobre os ratos mais jovens, com receptores de rianodina normais.

Apesar dos consideráveis esforços para entender e reverter a perda de músculos relacionada ao envelhecimento, ainda não há tratamentos estabelecidos. Segundo Marks, pode haver esperança com a abordagem do problema por um ângulo diferente.

“Grande parte das pesquisas anteriores se focou em criar mais massa muscular”, conta Marks. “O que temos de diferente aqui é que estamos focados não na massa, mas na função muscular. Mais músculos não ajudam se eles não estão funcionais”, finaliza.

com informações da Columbia University Medical Center

Fonte: UOL - Ciência e Saúde

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Novos antidepressivos podem oferecer riscos a idosos, alerta estudo.

A nova geração de antidepressivos, conhecida como inibidores seletivos da recaptação da serotonina (SSRIs), pode ser prejudicial para pessoas idosas, segundo pesquisa publicada pelo British Medical Journal nesta quarta-feira (3).

Segundo o estudo, as chances de reações adversas severas são muito maiores do que os medicamentos mais antigos. Os pesquisadores afirmam que os riscos e benefícios de diferentes antidepressivos devem ser avaliados cuidadosamente no ato da prescrição a pessoas mais velhas.

A depressão é comum na idade avançada, e antidepressivos, particularmente os de serotonina, são amplamente prescritos. Mas, segundo os pesquisadores, pouco ainda se sabe sobre seus efeitos em idosos.

Uma equipe de pesquisadores das universidades de Nottingham e East Anglia investigou os riscos oferecidos por esse tipo de tratamento em idosos. Foram identificados 60.746 pacientes com 65 anos com um recente episódio de depressão entre 1996 e 2007. Muitos deles apresentavam problemas no coração, diabetes e tomavam diversos medicamentos.

Durante o período pesquisado, final de 2008, 54.038 (89%) receberam ao menos uma prescrição de antidepressivos -- 55% para SSRIs, 32% para TCAs, 0,2% para Inibidores da monoamino-oxidase (MAOIs) e 13,5% para outros tipos.

Os SSRIs foram associados pelo estudo ao aumento da probabilidade para infartos, quedas, fraturas, epilepsia, entre outros. Pacientes diagnosticados com depressão que não tomavam antidepressivos tiveram 7% de rico de morte, enquanto essa porcentagem subia para 8,1% quando tomavam TCAs, 10,6% para os que tomavam SSRIs, e 11,4% para outros tipos de antidepressivos.

Ainda conforme os pesquisadores, a quantidade de medicamento prescrita pode ter influência nas reações. Ainda assim, esse tipo de droga não deve ser prescrita sem cuidado.

Fonte: G1 - Ciência e Saúde

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Aniversário na Medcorp

Para fechar os aniversariantes deste mês, comemoramos hoje o aniversário da Rute, Supervisora Técnica da Medcorp.

Como de costume, a aniversariante foi presenteada logo ao chegar na empresa. Junto com o cartão estava sobre sua mesa um kit de sabonetes e esferas de óleos corporais aromáticos, presente que agradou em cheio a parabenizada do dia.

Toda a equipe Medcorp deseja à Rute muitas felicidades e que este seja mais um ano de conquistas, realizações e sucesso. Parabéns!

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Gengibre contra enxaqueca

Utilizado por várias culturas há séculos no tratamento de enxaqueca, náuseas e distúrbios nervosos, o gengibre tem ação bastante semelhante à aspirina, bloqueando a síntese de prostaglandina, substância que nosso organismo produz e que está envolvida em processos inflamatórios e na dor.

Uma pesquisa científica recente comprova a relação entre o gengibre e a diminuição dos efeitos da enxaqueca. Como o alimento possui propriedades anti-inflamatórias, que aliviam as dores, o gengibre pode ser um excelente remédio no combate ao incômodo, que provoca dores de cabeça crônicas e debilitantes com manifestação regular. O gingerol, um dos componentes do gengibre, é o agente ativo que se comporta quimicamente semelhante à aspirina, levando à redução da inflamação e da dor.

O estudo foi feito com pacientes norte-americanos que ingeriram 500 a 600 mg (aproximadamente um terco de uma colher de chá) de gengibre em pó misturado com água pura. Após 30/40 minutos, percebeu-se o efeito no alívio da dor de cabeça. Nos três ou quatro dias seguintes, os pacientes continuaram a ingerir o preparado (cinco vezes ao dia), trazendo resultados no combate à enxaqueca.

Uma boa e fácil receita para aliviar as dores da enxaqueca é o chá de gengibre:

Rale 25 gramas de gengibre fresco, misture a 500 ml de água e ferva por 15 minutos. Coe, deixe esfriar e beba, de preferência, sem adoçar. A bebida pode ser consumido diariamente.

Fonte: Correio Braziliense - Ciência e Saúde

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Dia de festa na Medcorp

Julho mal começou e nós, na Medcorp, já estamos comemorando mais um aniversário, o segundo este mês.

Desta vez a aniversariante é a Lindaura, nossa Coordenadora Administrativa Financeira.

Diferente dos outros aniversários, como sua sala fica fechada, ela recebeu seu presente e seu cartão assim que chegou na empresa e adorou o porta-retrato novo que ganhou.

Que esta data marque um novo momento em sua vida e que possa realizar seus sonhos, é o que toda a equipe Medcorp deseja à Lindaura. Parabéns!

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Que tal beber em vez de malhar?

Pode parecer estranho, mas cientistas estão sugerindo que o resveratrol, o ingrediente saudável do vinho tinto, pode prevenir os efeitos negativos causados pelo estilo de vida sedentário. O estudo foi publicado no conceituado periódico científico FASEB Journal e concluiu que a ingestão diária de resveratrol previne os efeitos nocivos que a ausência de gravidade exerce sobre os músculos e o metabolismo ósseo dos astronautas.

Em experiências com ratos, que simularam a ausência de gravidade dos voos espaciais, o grupo que ingeriu resveratrol não desenvolveu resistência à insulina ou perda de densidade mineral óssea, como aconteceu com aqueles que não foram alimentados com o ingrediente.

"Há uma quantidade esmagadora de dados mostrando que o corpo humano necessita de atividade física, mas, para alguns de nós, engajar-se nessas atividades não é fácil. Um ambiente de baixa gravidade torna isso quase impossível para os astronautas. Aqui embaixo as barreiras à atividade física são igualmente desafiadoras, sejam doenças, lesões, ou um trabalho de escritório. O resveratrol pode não ser um substituto para o exercício, mas pode retardar a deterioração até que alguém possa começar a se mover novamente", afirmou Gerald Weissmann, editor da revista científica.

O composto resveratrol é encontrado no vinho tinto, embora o álcool presente na bebida possa ter efeitos nocivos para a saúde. Os pesquisadores sugerem que o resveratrol pode igualmente ser capaz de prevenir as consequências danosas dos comportamentos sedentários dos seres humanos em condições de gravidade normal.

Fonte: Diário da Saúde

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Mais aniversário na Medcorp

E mais uma vez a Medcorp está em clima de comemoração. Isto porque hoje, 1º de julho, é o aniversário da colaboradora Tatiana, nossa Assessora Científica.

A aniversariante encontrou em sua mesa, ao chegar no trabalho, um cartão de parabéns e o seu presente: um par de sandálias Havainas; sugerido por ela mesma.

A Medcorp deseja à Tatiana o melhor e que alcance todos os seus sonhos e objetivos. Felicidades!