sexta-feira, 30 de julho de 2010

Medcorp completa 14 anos

No próximo domingo, 1º de agosto, a Medcorp Produtos Hospitalares completa 14 anos de atuação no mercado de diagnóstico. Para todos que acompanham a trajetória da empresa - clientes, colaboradores, fornecedores e amigos -, a data representa não apenas a concretização de um sonho (sonhado por muitos), mas também os resultados alcançados com muito trabalho, ética e compromisso com o ser humano.

Por tudo isso, o aniversário não poderia passar em branco. Hoje, os colaboradores foram surpreendidos, logo que chegaram para trabalhar, com uma sacola-surpresa em suas mesas. Nela, um mouse-pad motivacional com o tema "Sucesso", um bloco de anotações e caneta da Medcorp.

A comemoração, assim como o tema escolhido para a comemoração, foi um "sucesso". Todos se sentiram parabenizados e a equipe ganhou um impulso a mais para chegar muito mais longe... aonde a dedicação e o esforço diário podem nos levar.

Parabéns a todos que fazem da Medcorp o que ela é hoje.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Ter amigos aumenta expectativa de vida em 50%

Uma pesquisa da Universidade Brigham Young, nos Estados Unidos, sugere que ter uma boa rede de amigos e vizinhos pode aumentar as chances de sobrevivência de uma pessoa em 50%.

A pesquisa, publicada na revista especializada PLoS Medicine, chegou a essa conclusão a partir de 150 estudos que analisavam as chances de sobrevivência em relação a redes sociais.

Para os pesquisadores, ter poucos amigos pode ser tão prejudicial à sobrevivência de uma pessoa quanto fumar 15 cigarros por dia ou ser alcoólatra.

Os cientistas acreditam que tomar conta de outras pessoas nos leva a cuidar melhor de nós mesmos. "Quando alguém está conectado a um grupo e se sente responsável por outras pessoas, aquele senso de propósito e significado se traduz com a pessoa tomando conta dela mesma e assumindo menos riscos", afirmou Julianne Holt-Lunstad, que liderou o estudo.

Fonte: Diário da Saúde

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Qual a diferença entre adrenalina e endorfina?

Uma é da caça; a outra, do caçador.


ADRENALINA

O que é? - Hormônio produzido nas glândulas suprarrenais.

Quando age? - Em situações de estresse, como ameaça de demissão ou salto de paraquedas, e de alerta, como ser pego por um assaltante.

Qual seu efeito? - Aumento da frequência cardíaca, tonificação muscular (para lutar ou fugir) e dilatação das pupilas (para avaliar o tamanho da roubada).

Vicia? - Não. Os "viciados em adrenalina" são, na verdade, dependentes psicológicos da sensação de perigo. E o corpo colabora: as descargas de adrenalina tendem a aumentar com a frequência.

Faz mal? - A longo prazo, pode causar até diabetes e hipertensão em quem tem predisposição a essas doenças.


ENDORFINA

O que é? - Neurotransmissor, produzido na glândula hipófise, na base do cérebro.

Quando age? - Em situações que despertam relaxamento ou bem-estar, como devorar um pote de sorvete, praticar exercícios ou realizar tarefas árduas, como furar a segurança da Olimpíada.

Qual seu efeito? - Euforia e prazer. Corredores costumam experimentar o runner’s high ("barato da corrida").

Vicia? - É possível que sim. Segundo especialistas, a irritabilidade comum aos atletas após muito tempo sem exercícios é sintoma da abstinência de endorfina.

Faz mal? - O que pode causar danos à saúde é a tentativa de liberar mais endorfina e exagerar nos exercícios.

Fonte: Super Interessante - Saúde

terça-feira, 27 de julho de 2010

Sonhar demais atrapalha aprendizado

Após testes realizados com voluntários para jogar Doom (game que ganhou fama nos anos 1990), o neurocientista Sidarta Ribeiro e sua equipe descobriram que para aprender alguma coisa não basta dormir bem: é preciso sonhar. Mas não muito.

Para a pesquisa, os jogadores tiverem sua atividade cerebral monitorada. Os cientistas acordavam os voluntários que sonhavam e pediam que os mesmos descrevessem os seus sonhos.

Cruzando as respostas com a evolução no desempenho no jogo, os pesquisadores descobriram que, para aprender a jogar, sonhar é realmente importante. Os voluntários que não sonhavam com o jogo tinham mais dificuldade para, no dia seguinte, passar pelas fases.

Quando alguém sonha, é como se o cérebro estivesse salvando as informações importantes do dia em um arquivo permanente.

Ribeiro, professor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte e do Instituto Internacional de Neurociência de Natal, imaginava que os voluntários que se envolviam muito com o jogo, sonhando muito com ele, virariam campeões. Não foi o que aconteceu. A partir de certo ponto, quanto mais você sonha, menos você aprende.

A equipe achou uma possível explicação: sonhos demais talvez levem a estresse, algo que atrapalha o desempenho. A pessoa não está aprendendo com eles. Os sonhos são, neste caso, só uma demonstração do impacto causado pelo tema no sujeito.

Fonte: Folha.com - Ciência

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Veja como fortalecer o sistema imunológico contra a gripe

Se não é a umidade baixa, é a temperatura que cai. Nesta época, o que aumenta é o número de vírus em circulação e de internações por doenças respiratórias.

Quem quer fugir da estatística procura se proteger com medidas que vão de se entupir de vitamina C a limpar constantemente as mãos com gel antisséptico. "Não há comprovação que superdoses de vitamina C evitem a contaminação. Já lavar as mãos é indicado, mas água e sabão são tão eficazes quanto o gel", diz Ricardo Tardelli, coordenador da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo.

Segundo o imunologista Luiz Vicente Rizzo, do Hospital Albert Einstein, "não existe isso de criar um supersistema imune, mas algumas medidas podem favorecer sua eficiência":

Dormir: "Quando dormimos, liberamos substâncias que ativam o sistema de defesas do corpo, como a melatonina", fundamental para a imunidade e só é liberada em quantidade na ausência de luz;

Tomar sol: assim como precisa de escuridão, o sistema imunológico precisa de luz e sol (vitamina D, E e zinco). Pessoas que têm concentração menor de vitamina D estão mais sujeitas a infecções, a vitamina E reduz em 20% o risco de gripes, e o zinco diminui em 50% as chances de ter pneumonia;

Fazer massagem: medidas antiestresse têm mostrado uma ação específica no sistema imunológico. Após sessões de massagem, a quantidade de células de defesa no sangue aumenta.

Remédios: são importantes para controlar infecções por bactérias e diminuir sintomas de viroses (quando bem indicados). Caso contrário, trabalham contra o sistema imunológico. Como exemplifica Tardelli, "Usar antibiótico sem indicação altera o equilíbrio da flora intestinal. (...) [Remédios sintomáticos para gripe] podem atrapalhar, pois melhoram sintomas (como excesso de coriza), mas secam o muco respiratório, o que pode interferir nos mecanismos naturais de defesa. (...) É melhor não usar o remédio [antitérmicos] se a febre estiver abaixo de 38º C, pois o aumento da temperatura corporal é uma forma do corpo se defender".

Fonte: Folha.com - Equilíbrio e Saúde

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Evolução permitirá ter filhos em idade avançada

O estudo da Universidade de Sheffield mostra que antes as mulheres se casavam cedo e, se ficassem viúvas, eram velhas demais para casar novamente, favorecendo o parto precoce. Mas a relutância de hoje para se estabelecer e engravidar mais tarde podem favorecer a fertilidade em mulheres mais velhas.

Isso significa que a duração média da fecundidade vai crescer quando os genes forem passados aos filhos.

Os pesquisadores descobriram que as mulheres com idade entre 30 e 35 anos foram as que mais se casavam. Aquelas que se uniram a maridos ricos casaram em uma idade mais jovem, mas com homens relativamente mais velhos, ou seja, o tamanho das famílias eram maiores, mas com maior risco de viuvez.

Para eles, esta possibilidade elevada de viuvez, juntamente com poucas perspectivas de casamento para viúvas com filhos mais velhos, limitava a porcentagem de mulheres na população com oportunidade de reproduzir em idades mais avançadas.

De acordo com Duncan Gillespie, do Departamento da Universidade de Ciência Animal e Vegetal, "como resultado, a seleção natural que mantinha as jovens em idade fértil pode enfraquecer e a força relativa da seleção natural da fecundidade em uma idade avançada poderia aumentar, levando a melhorias da fertilidade nesta fase ao longo de muitas gerações".

Fonte: Folha.com - Equilíbrio e Saúde

quinta-feira, 22 de julho de 2010

A temporada da catapora está chegando

Febre alta, coceira, mal-estar… e surgem os pontinhos vermelhos por todo corpo dois dias após os primeiros sintomas. É a catapora.

No inverno começa a temporada da varicela. Popularmente chamada de catapora, a doença causada pelo vírus Varicela zoester atinge principalmente crianças de 5 a 9 anos — público que representa em termos universais cerca de 90% dos pacientes infectados. Trata-se de uma doença infecciosa aguda altamente contagiosa, transmitida tanto por via respiratória quanto pelo contato direto.

Os meses de maior incidência da doença são agosto e setembro, quando as crianças estão concentradas nas salas de aula. Mas a doença também acomete bebês e adultos. Estudos epidemiológicos demonstram que a catapora afeta cerca de 60 milhões de pessoas no mundo, por ano.

O período de incubação, desde o contágio até os primeiros sintomas, é de aproximadamente 14 dias. A quantidade de bolhas varia de 200 a 500, podendo atingir também os olhos e as mucosas, como a região interna do nariz.

A principal complicação da catapora são as infecções bacterianas que podem se formar nas lesões. Por isso, a pele deve ser mantida sempre limpa. E, por mais que seja irresistível, não se deve coçar as feridas, muito menos arrancar as cascas para evitar que deixem cicatrizes. Até o desaparecimento total das lesões a exposição solar também não é recomendada, para evitar a formação de manchas na pele.

Fonte: Correio Braziliense - Ciência e Saúde