sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Quatro desculpas que afetam seu coração

Tomar cuidado com o coração deveria ser uma das coisas mais importantes na vida das pessoas porque problemas cardiológicos são muito sérios e podem ser prevenidos. Doenças do coração podem abreviar a vida em várias décadas.

Para fugir da responsabilidade consigo mesmo, algumas pessoas utilizam de variadas desculpas. No entanto, o coração é um dos seus órgãos vitais. Por isso, não pratique o hábito de enganar a si próprio.

Veja as desculpas que nunca poderiam ser usadas (e que provavelmente você já usou):

1. Não há nada que eu possa fazer para perder peso
A maioria das pessoas consegue, sim, perder peso, assim que se propõe a fazer isso. Com exceção daquelas que são limitadas por fatores genéticos complexos – como algum problema relacionado à produção de hormônios – ou problemas de saúde diversos (incapacidade física). Se não é o seu caso, então não há desculpas: você consegue vencer o sobrepeso e a obesidade.

2. Eu sempre comi demais
Comer frutas e vegetais em excesso não é um problema. Exagerar na gordura, nos alimentos industrializados, não controlar a ingestão de sal já são outras questões. E seu coração sofre com esse excesso de alimentos pouco saudáveis. Avalie suas preferências.

3. Não tenho tempo para fazer exercícios
É possível optar por treinamentos de menor duração, porém diários. Não se apegue a desculpa de que não tem muitas horas para a prática de exercício físico. Entregue-se aos benefícios, que vão além da saúde física. O exercício contribui para aliviar o estresse, combater a depressão e para a manutenção da sua saúde mental.

4. Sou velho demais para mudar meus hábitos
Então como explicar o número cada vez maior de pessoas com mais de 60 anos que se engajam em novas rotinas de exercícios, passam a comer de forma mais saudável e saem da zona de risco para doenças do coração, entre diversas outras condições? Essa desculpa é um desrespeito com todas essas pessoas. E pior, um desrespeito com seu próprio organismo.

Fonte: O que eu tenho? - UOL

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Gripes ou resfriados: brasileiros confusos

Dados obtidos pelo Datafolha revelam que mais de 80% dos brasileiros acreditam que o frio causa ou piora gripes e resfriados. E esta é apenas uma das noções erradas disseminadas sobre as doenças respiratórias contagiosas mais comuns.

Por causa dessa confusão, muitas pessoas atribuem causas erradas à gripe. Para não haver mais dúvidas, conheça as diferenças e os mitos ligados às infecções respiratórias.

Resfriado

- São mais de 200 vírus que podem provocá-lo;
- A transmissão se dá com o contato direto com o infectado;
- Dura cerca de quatro dias;
- Tem como sintomas a coriza, obstrução nasal, espirros, sensação de que a garganta “arranha” e a febre baixa em alguns casos;
- Para tratá-lo, repouso relativo - sem necessidade de interromper as atividades habituais - e beber muito líquido;
- Não há vacina para o resfriado.

Gripe

- O vírus, chamado de Influenza, pode ser contraído mesmo que não haja contato direto. Ex: quando tocamos em objetos contaminados;
- Dura cerca de uma semana;
- Tem como sintomas a coriza, obstrução nasal, espirros, dor na garganta ou no ouvido, tosse, febre alta, dor muscular generalizada, fraqueza e fadiga;
- Para tratá-la, além do repouso e da ingestão de bastante líquido, deve-se amenizar a febre;
- Evite contato com pessoas gripadas e aglomerações. Lave as mãos com frequência e vacine-se.

Mitos revelados pela pesquisa

- 25% acham que uma única dose de vacina protege por toda a vida;
- 63% pensam que parar de fumar é a principal medida preventiva contra a gripe;
- 81% acreditam que é causada ou agravada pelo tempo frio e úmido.

Fonte: Folha.com – Equilíbrio e Saúde

Clique aqui e relembre outras informações sobre o assunto.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

A arte de dormir bem

Alguns gostam de dormir mais. Outros, menos. Mas dormir é essencial para qualquer um.

Embora ninguém tenha absoluta certeza sobre como o sono favorece a saúde, considera-se que ele é benéfico."Em um nível básico, o sono é uma resposta natural à fadiga. A atividade do corpo diminui, e o corpo e o cérebro podem descansar”, explica Sheila Lavery, autora do livro “O poder de cura do sono”.

Para o restabelecimento físico e psíquico, simplesmente dormir não é o suficiente porque muitos detalhes podem atrapalhar o descanso. Os principais inimigos do sono são o estresse de trabalhar muito, os horários irregulares, alimentação deficiente e falta de exercícios.

Agora que você já entendeu a necessidade de valorizar o seu sono, conheça algumas curiosidades interessantes:

Cochilo

Os cochilos têm suas vantagens e desvantagens. Sua maior desvantagem é que dormir durante o dia pode significar que você não estará cansado o suficiente para dormir à noite. Mas o uso prudente do cochilo pode ser benéfico, se fizer com que você fique, razoavelmente, disposto no trabalho e ainda permita que você durma à noite. Na medida certa, ele pode melhorar seu humor e concentração (que naturalmente diminui em torno de oito horas depois que você acordou).

Sono e personalidade

Aqueles que dormem pouco são caracterizados como pessoas extrovertidas, trabalhadoras, enérgicas, ambiciosas e seguras. Supõe-se que aqueles que dormem muito sejam preocupados, pouco autoconfiantes, inconformados, pouco neuróticos; mas, em compensação, mais criativos e artísticos.

Fonte: Livraria da Folha – Folha.com

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Amigos de obesos têm mais chances de obesidade

A obesidade é “transmitida” por uma forma de contágio social. Estariam os seus amigos te deixando gordinho?

Houve um aumento substancial da obesidade nos últimos 30 anos, gerando diversas hipóteses sobre o fenômeno mundial. Estudiosos da Universidade da Califórnia, em San Diego/EUA, desenvolveram pesquisas guiados pela ideia de influência das redes sociais no comportamento humano, inclusive ao que refere-se a alimentação.

Os resultados, colhidos por James Fowler e seu colaborador de Harvard, Nicholas Christakis, mostram que, se uma pessoa fica obesa, as pessoas que se relacionam com ela aumentam significativamente as chances de também ficarem obesas. Surpreendentemente, o maior efeito não é entre pessoas da mesma família ou que vivem na mesma casa, mas entre amigos. Não aquele conhecido, ou colega superficial, mas aquele que tem um significado real para você.

Se seu melhor amigo torna-se obeso, suas chances de também ficar obeso nos próximos dois anos aumentam em 57%. Caso esta pessoa também o considere como um melhor amigo, a probabilidade salta para 171%. No caso de irmãos, a chance de um ficar obeso caso o outro engorde é de 40%; e, entre casais, de 35%. Isto porque pessoas do mesmo sexo têm mais influência sobre a outra do que pessoas do sexo oposto.

A pesquisa, baseada em vasto banco de dados acumulado durante 32 anos, esclareceu também que a diminuição do tabagismo não foi responsável pela epidemia de obesidade americana, contrariando algumas hipóteses.

Fonte: G1 Espiral – Alysson Muotri

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Sangue menstrual é boa fonte de células-tronco

"Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma." (Lavoisier)

O estudo realizado pela pesquisadora Regina Coeli dos Santos Goldenberg, do Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), vai de encontro a citação de Lavoisier, pois seu projeto busca fontes alternativas de células-tronco, em material até então desprezado: o sangue menstrual.

Goldenberg explica que célula-tronco é uma denominação para todas as células que apresentam capacidade de se diferenciar em diversos tecidos do corpo e, podem ser encontradas em dois estágios: embrionárias e adultas.

De acordo com a pesquisadora, há duas linhas de pesquisa com células-tronco derivadas de sangue menstrual. Em uma delas, avalia-se o uso como camada alimentadora, útil para cultivar células-tronco embrionárias no estado indiferenciado. A outra, avalia a eficiência da reprogramação de células-tronco derivadas de sangue menstrual ao estágio de células-tronco embrionárias.

"Há, na literatura, estudos que reprogramaram fibroblastos adultos, mas com eficiência extremamente baixa e lenta. Nossos resultados mostram que a reprogramação em células derivadas de sangue menstrual foi mais rápida e mais eficiente", afirma a pesquisadora. Fibroblastos são células predominantes da segunda camada da pele humana, a derme, que têm como uma de suas funções a produção de fibras, como colágeno e elastina.

Para o ano que vem, Goldenberg adianta que serão feitos estudos com as células embrionárias - reprogramadas a partir de células-tronco do sangue menstrual - em camundongos com lesões no coração e no fígado. O objetivo é avaliar sua eficácia como tratamento de doenças cardíacas e hepáticas.

Fonte: Diário da Saúde

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Prática de exercício físico diminui o uso de remédios

Para diminuir o consumo de medicamentos, mexa-se. Isso fará toda a diferença.

Um estudo, realizado pela Universidade Federal de São Paulo (USP), concluiu que mulheres acima dos 60 anos que praticam 150 minutos de atividades físicas moderadas por semana consomem menos medicamentos, se comparado a outras mulheres que não têm o mesmo hábito.

Leonardo José da Silva foi o responsável por acompanhar as 271 mulheres participantes do estudo. Aquelas que cumpriram um programa de exercícios variados, de no mínimo 150 minutos semanais, apresentaram consumo de medicamentos 34% menor em comparação às mais sedentárias; a avaliação foi realizada através das informações de consumo fornecidas pela Secretaria Municipal de Saúde.

Segundo o pesquisador, com menos de 10 minutos semanais de atividade física considera-se o indivíduo como sedentário e, entre 10 e 150 minutos por semana ele é categorizado como insuficientemente ativo. "Esse tempo mínimo de exercícios de 2,5 horas semanais é preconizado pela American Heart Association e pelo American College of Sports Medicine", afirma Silva.

"Podemos perceber a importância desse estudo ao constatar que o idoso consome, no mínimo, cinco medicamentos associados a doenças ligadas ao envelhecimento", disse a orientadora do estudo, Guiomar Silva Lopes.

Por essas e outras razões é sempre bom se exercitar. Faça caminhadas, exercícios de equilíbrio, aprimoramento de força muscular e flexibilidade, ou simplesmente comece indo ao supermercado a pé.

Fonte: Diário da Saúde

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Clima pode aumentar a incidência de infartos

Queda de 1ºC na temperatura já é suficiente para aumentar em 2% o risco de ataque cardíaco.

Pesquisa realizada pela London School of Hygiene & Tropical Medicine, e publicada no periódico British Medical Journal, constatou que os riscos de ataque cardíaco podem ser maiores em consequência da mudança de temperatura, principalmente em pessoas de 70 a 80 anos e aquelas que já possuem algum problema de coração.

O estudo foi feito com base na análise de mais de 84.000 pessoas que deram entrada em hospitais da Inglaterra e do País de Gales devido a ataques cardíacos, entre os anos de 2003 e 2006. Os prontuários desses pacientes foram comparados às temperaturas diárias registradas no mesmo período. Em outra ocasião, no inverno de 2008 e 2009, por exemplo, foram contabilizadas 36.000 mortes acima do esperado para a época.

O médico Krishnan Bhaskaran, chefe da pesquisa, entende que são necessários mais estudos para verificar quais medidas devem ser tomadas para conter o aumento do risco de ataques cardíacos. Ele salienta que os médicos precisam aconselhar pacientes, especialmente os idosos, a vestir-se apropriadamente e aquecer bem suas casas durante o inverno.

Outra informação importante sobre o assunto, divulgada no Jornal Hoje é que, além do frio, o tempo seco dificulta a lubrificação e o sistema de defesa não consegue limpar as vias aéreas, que acabam inflamando. "Quem tem problema de coração pode piorar nesse tempo, porque entram mais poluentes no nosso pulmão. Se houver uma inflamação no sistema respiratório, seu coração vai ter que trabalhar mais. Estudos estimam que, nessa época do ano, aumentam em 10% os casos de pacientes com arritmia cardíaca.”

Fonte: Veja Saúde | Jornal Hoje